quarta-feira, 9 de novembro de 2011

NOVIDADES - LIVROS

Para o CNL 2011/2012, chegaram à Biblioteca os seguintes livros:



A Ilha das Trevas
de José Rodrigues dos Santos

Edição/reimpressão: 2007
Páginas: 356
Editor: Gradiva Publicações
ISBN: 9789896161729

Sinopse:
Paulino da Conceição é um timorense com um terrível segredo. Assistiu, juntamente com a família, à saída dos portugueses de Timor-Leste e a todos os acontecimentos que se seguiram, tornando-se um mero peão nas circunstâncias que mediaram a invasão indonésia de 1975 e o referendo de 1999 que deu a independência ao país.
Só há uma pessoa a quem Paulino pode confessar o seu segredo - mas terá coragem para o fazer?

A vida e tragédia de uma família timorense serve de ponto de partida para aquele que é o romance de estreia de José Rodrigues dos Santos, precursor de grandes êxitos como A Filha do Capitão, O Codex 632 e A Fórmula de Deus.

Um romance pungente onde a ficção se mistura com o real para expor, num ritmo dramático, poderoso e intenso, a trágica verdade que só a criação literária, quando aliada à narrativa histórica, consegue revelar.


O velho que lia romances de amor
de Luis Sepúlveda

Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 128
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04187-6

Sinopse:
Antonio José Bolívar Proaño vive em El Idilio, um lugar remoto na região amazónica dos índios shuar, com quem aprendeu a conhecer a selva e as suas leis, a respeitar os animais que a povoam, mas também a caçar e descobrir os trilhos mais indecifráveis.

Um certo dia resolve começar a ler, com paixão, os romances de amor que, duas vezes por ano, lhe leva o dentista Rubicundo Loachamín, para ocupar as solitárias noites equatoriais da sua velhice anunciada. Com eles, procura alhear-se da fanfarronice estúpida desses "gringos" e garimpeiros que julgam dominar a selva porque chegam armados até aos dentes, mas que não sabem enfrentar uma fera a quem mataram as crias.

Descrito numa linguagem cristalina e enxuta, as aventuras e emoções do velho Bolívar Proaño há muito conquistaram o coração de milhões de leitores em todo o mundo, transformando o romance de Luis Sepúlveda num "clássico" da literatura latino-americana.

E já existe, na Biblioteca:


O Principezinho
de Antoine de Saint-Exupéry

Edição/reimpressão: 2001
Páginas: 96
Editor: Editorial Presença
ISBN: 9789722328296

Antoine de Saint-Exupéry publicou pela primeira vez «O Principezinho» em 1943, quando recuperava de ferimentos de guerra em Nova Iorque, um ano antes do seu avião Lockheed P-38 ter sido dado como desaparecido sobre o Mar Mediterrâneo, durante uma missão de reconhecimento. Mais de meio século depois, a sua fábula sobre o amor e a solidão não perdeu nenhuma da sua força, muito pelo contrário: este livro que se transformou numa das obras mais amadas e admiradas do nosso tempo, é na verdade de alcance intemporal, podendo ser inspirador para leitores de todas as idades e de todas as culturas.
O narrador da obra é um piloto com um avião avariado no deserto do Sahara, que, tenta desesperadamente, reparar os danos causados no seu aparelho. Um belo dia os seus esforços são interrompidos devido à aparição de um pequeno príncipe, que lhe pede que desenhe uma ovelha. Perante um domínio tão misterioso, o piloto não se atreveu a desobedecer e, por muito absurdo que pareça - a mais de mil milhas das próximas regiões habitadas e correndo perigo de vida - pegou num pedaço de papel e numa caneta e fez o que o principezinho tinha pedido. E assim tem início um diálogo que expande a imaginação do narrador para todo o género de infantis e surpreendentes direcções. «O Principezinho» conta a sua viagem de planeta em planeta, cada um sendo um pequeno mundo povoado com um único adulto. Esta maravilhosa sequência criativa evoca não apenas os grandes contos de fadas de todos os tempos, como também o extravagante «Cidades Invisíveis» de Ítalo Calvino. Uma história terna que apresenta uma exposição sentida sobre a tristeza e a solidão, dotada de uma filosofia ansiosa e poética, que revela algumas reflexões sobre o que de facto são os valores da vida.


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

12 DE OCTUBRE, FIESTA NACIONAL DE ESPAÑA


Colón tomando posesión de Guanahani en nombre
de los Reyes Católicos el 12 de octubre de 1492


La Fiesta Nacional de España o Día de la Hispanidad (Festa Nacional d'Espanya, en catalán; Festa Nacional de España, en gallego; Espainiako Jai Nazionala, en vasco) conmemora la efeméride histórica del Descubrimiento de América por parte de España. La celebración tiene lugar cada 12 de Octubre, donde se celebra un desfile militar en la Plaza de Colón de Madrid en el que asisten Su Majestad el Rey junto a la Familia Real y los representantes más importantes de todos los poderes del Estado Español, además de la mayoría de los presidentes de las autonomías españolas.
El Descubrimiento de América fue de trascendental importancia para España, iniciando un periodo de proyección lingüística, cultural y económica en América. Todo ello ocurrió en una época donde estaba finalizando el proceso de construcción del Estado actual, con la integración de los diferentes reinos peninsulares en un sólo y único reino.
Cristóbal Colón, en representación de los Reyes Católicos de España, realizó cuatro famosos viajes o expediciones desde Europa a América en 1492, 1493, 1498 y 1502. En el primero de ellos llegó a América el 12 de Octubre de 1492, a una isla de las Bahamas llamada Guanahani, cuya exacta localización aún hoy se discute. En el tercer viaje llegó a territorio continental en la actual Venezuela.

(Texto adaptado de http://es.wikipedia.org)
(Via BIBLIOZARCO 2.0)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

EL DERECHO AL DELIRIO

Eduardo Galeano - El Derecho al Delirio


(via BIBLIOZARCO 2.0)

domingo, 9 de outubro de 2011

D.DINIS NASCEU A 9 DE OUTUBRO

Sexto rei de Portugal, filho de D. Afonso III e de D. Beatriz de Castela, nasceu a 9 de outubro de 1261 e faleceu em 1325. Foi aclamado rei em Lisboa, em 1279, tendo governado durante 46 anos. Casou em 1282 com D. Isabel de Aragão (a rainha Santa Isabel).
Foi o primeiro rei a não ter que se preocupar com a expansão territorial. Normalizou as relações até então tensas com a Santa Sé (1290), fundando a Ordem de Cristo, e com Castela (Tratado de Alcanizes, lavrado a 12 de setembro de 1297). Desenvolveu o comércio, criando as chamadas feiras francas, e a pesca. Instituiu definitivamente a marinha portuguesa.
Foi, no entanto, a agricultura que mais o interessou: alargamento do Pinhal de Leiria (daí o seu cognome, "o Lavrador").





O Jornal de Letras Artes e Ideias - disponível na biblioteca - na sua edição de 24 de Agosto apresenta vários artigos sobre D. Dinis, o sexto rei de Portugal, para assinalar o seu nascimento, há 750 anos.





Ele próprio poeta, D. Dinis deu também um grande impulso à cultura. Ordenou o uso exclusivo da língua portuguesa nos documentos oficiais. Fundou em Lisboa, em 1290, um Estudo Geral (Universidade) no qual foram desde logo ensinadas as Artes, o Direito Civil, o Direito Canónico e a Medicina. Mandou traduzir importantes obras, tendo sido a sua Corte um dos maiores centros literários da Península.

Ai flores, ai flores do verde pino,
se sabedes novas do meu amigo!
Ai Deus, e u é?

Ai flores, ai flores do verde ramo,
se sabedes novas do meu amado!
Ai Deus, e u é?

Se sabedes novas do meu amigo,
aquel que mentiu do que pôs comigo?
Ai Deus, e u é?

Se sabedes novas do meu amado,
aquel que mentiu do que m'há jurado?
Ai Deus, e u é?

(via BIBLIOZARCO 2.0)

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

DIA MUNDIAL DO PROFESSOR

SER PROFESSOR
Ser professor é ser artista,
malabarista,
pintor, escultor, doutor,
musicólogo, psicólogo...
É ser mãe, pai, irmã e avó,
é ser palhaço, estilhaço,
É ser ciência, paciência...
É ser informação,
é ser acção.
É ser bússola, é ser farol.
É ser luz, é ser sol.
Incompreendido?... Muito.
Defendido? Nunca.
O seu filho passou?...
Claro, é um génio.
Não passou?
O professor não ensinou.

Ser professor...
É um vício ou vocação?
É outra coisa...
É ter nas mãos o mundo de
AMANHÃ

AMANHÃ
os alunos vão-se...
e ele, o mestre, de mãos vazias,
fica com o coração partido.
Recebe novas turmas,
novos olhinhos ávidos de
Cultura
e ele, o professor,
vai despejando
com toda a ternura,
o saber, a Orientação
nas cabecinhas novas que
amanhã
luzirão no firmamento da
Pátria.
Fica a saudade...
a Amizade.
O pagamento real?
Só na eternidade.


Autor desconhecido


(Via BIBLIOZARCO 2.0)

5 DE OUTUBRO DE 1910 - IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA

Em 1908, ocorreu o Regicídio (assassinato do Rei D. Carlos I e do Príncipe Real D. Luís Filipe), marcando o início do fim da Monarquia em Portugal.
D. Manuel II, o filho mais novo de D. Carlos, assumiu o trono, tornando-se o trigésimo-quinto e último Rei de Portugal. No entanto, a sua jovem idade e inexperiência governativa motivaram o caos político, favorecendo os ideais do Partido Republicano. Desta forma, o inevitável aconteceu…
No dia 4 de outubro de 1910, a Revolução principiou com a ocupação das zonas adjacentes da residência real, em Alcântara, implantando-se a República em Portugal no dia seguinte (5 de Outubro de 1910), na varanda do edifício da Câmara de Lisboa, pela voz de José Relvas, um dos líderes republicanos.
O último rei de Portugal partiu para o exílio em Inglaterra, com a mãe, D. Amélia de Orleães e Bragança, e a avó, D. Maria Pia de Sabóia.
A 24 de agosto de 1911, foi eleito o 1º Presidente da República Portuguesa: Manuel de Arriaga.

Ler+
Jogar Implantação da República
(via BIBLIOZARCO 2.0)


Ebook gratuito – A Revolução Portugueza: O 5 de Outubro, por Jorge d´Abreu
(via Carlos Pinheiro,lista RBE)


"A República" da RTP2
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
(via Luisa Beirão, lista RBE)