quinta-feira, 24 de novembro de 2011

CONCURSO ESCOLA SUSTENTÁVEL_ENERGIA

A DECO (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor), em parceria com a ABAE (Associação Bandeira Azul da Europa), desafia professores e alunos das escolas portuguesas de ensino público e privado com ensino básico (1º, 2º e 3º ciclos) e secundário/profissional a desenvolver e a implementar projetos que promovam um consumo de energia mais sustentável.


PARTICIPA! Mostra a ENERGIA CRIATIVA QUE HÁ EM TI!
Para mais informações aqui

4.ª EDIÇÃO DO TECLA'12

O Torneio Estudantil de Computação multi-Linguagem de Aveiro (TECLA) é um torneio promovido e organizado pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda (ESTGA) da Universidade de Aveiro, destinado aos alunos que frequentam o ensino secundário ou equivalente.
Toda a informação sobre o torneio pode ser consultada aqui.

CONCURSO PORDATA-RBE - 2011/12

Os dados estão lançados. Se és aluno do Secundário, vê como podes ganhar um iPad.



PORDATA, Base de Dados de Portugal Contemporâneo, em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares e com a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP), volta a lançar o concurso PORDATA/RBE às escolas de ensino secundário.

Este concurso é aberto a todos os alunos do secundário. Para isso tens de realizar um trabalho sobre qualquer tema que gostes, cujo conteúdo seja desenvolvido a partir dos dados da PORDATA.

Se és aluno do ensino secundário fala já com o teu professor ou professor bibliotecário e entra neste concurso. Sozinho ou em grupos de três amigos participa já e habilita-te a ganhar um iPad!

Na PORDATA encontrarás dados estatísticos, oficiais e rigorosos sobre 14 diferentes temas de Portugal e da Europa. Assim, de forma rápida e fácil, encontrarás toda a informação que precisas para fazer um trabalho fundamentado.

Tu decides o que queres fazer e como queres fazer, apresenta o teu trabalho fundamentado em formato escrito, gráfico/infográfico ou audiovisual. Sê original e inovador, dá uma nova luz aos dados e leva as tuas conclusões mais longe.

Tens até dia 12 de Março para entregar o teu trabalho. Não te atrases!

Se queres entrar no concurso mas ainda não conheces a PORDATA também tens a oportunidade de pedir à tua escola uma formação gratuita. Na tua própria escola ficas a conhecer e dominar todas as ferramentas PORDATA que te ajudarão a melhorar cada vez mais a qualidade dos teus trabalhos.

Faz aqui o download do regulamento e começa já a explorar o universo PORDATA.

Regulamento concurso PORDATA-RBE

Itens para avaliação, Concurso

DIA 24 DE NOVEMBRO

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

NOVIDADES


A Bela Adormecida
Olhares Literários sobre Arouca




Arouca tem sido vis(i)ta(da) pelos olhares de muitos e consagrados escritores. A recolha desses testemunhos deu origem a uma antologia, com vinte e cinco registos de textos literários, «A Bela Adormecida - Olhares literários sobre Arouca», organizada por José António Rocha.
Jaime Cortesão deu o título à obra, ao apelidar Arouca de «Bela Adormecida», depois de a visitar, nos anos 50 do século XX.
Carlos Belém trabalhou as ilustrações.

A edição contou com a parceria de oito entidades: Câmara Municipal de Arouca, Camarc, Chatron, Crédito Agrícola, Direção Regional de Cultura do Norte, Fundação Calouste Gulbenkian, Junta de Freguesia de Fermedo e Junta de Freguesia de Mansores.

Por iniciativa do editor, serão distribuídos gratuitamente 1020 exemplares do livro aos estudantes da ESA (do 8º ao 12º anos), bem como pelos seus professores de Português.

Carlos Belém nasceu em Arouca, em 1959. Frequentou o Curso de Introdução às Artes Plásticas na Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, o Curso de Formação Artística da Escola de Ensino Superior Artístico do Porto e o Curso Superior de Desenho da Escola de Ensino Superior do Porto. É membro da Associação Nacional de Artistas Plásticos. Expôs individualmente e colectivamente um pouco por todo o país e no estrangeiro, nomeadamente na Espanha, em França, na Grécia e no Irão.

José António Rocha nasceu em Mansores (Arouca), em 1978. Formado em Teologia e em Arquivística, é o Secretário do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa. Tem trabalhado sobre História Religiosa e História Local. Publicou em 2006 um livro de poesia de título «O rebentar das águas».

NOVIDADES


Arouca: Livro Volfro! (oferta do autor à ESA) recorda décadas da febre mineira para explicar caso "peculiar" da exploração local de volfrâmio.

José Miguel Leal da Silva lançou o livro Volfro!, no qual relaciona a generalidade da corrida aos minérios com a situação concreta do concelho de Arouca, entre 1910 e 1960.

Com uma tiragem de 1.500 exemplares editados pela Associação de Defesa do Património Arouquense, o livro Volfro! - Esboço de uma teoria geral do rush mineiro - O caso de Arouca tem por base a investigação que o autor desenvolveu em 2009 para a sua tese de mestrado em Antropologia e Movimentos Sociais, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

O livro faz uma aproximação antropológica ao fenómeno da corrida aos minérios e depois aplica-a ao caso do volfrâmio de Arouca. Considera os migrantes e as suas origens, e procura verificar as relações entre a comunidade local e o fenómeno em si, explica Leal da Silva, à Lusa.

Esse relacionamento revela-se em dados como os da afluência dos mineiros ao hospital, a sua taxa de mortalidade, as epidemias registadas no concelho e vários aspetos jurídicos, como os casos que deram entrada em tribunal e as licenças de porta aberta emitidas para exploração de tabernas e outros locais onde esses migrantes se alimentavam.

Para Leal da Silva, trata-se de dar uma ideia do que se passou em Arouca nas décadas do chamado ouro negro, quando a exploração do volfrâmio no concelho se verificava em circunstâncias tão peculiares que há quem diga que o livro com o mesmo nome escrito por Aquilino Ribeiro foi inspirado na situação dessa localidade.

Não tendo sido dos maiores produtores de volfrâmio do país, Arouca reuniu em si características perfeitamente singulares. Tinha minas afetas aos ingleses, minas afetas aos alemães dois adversários de guerra - e tinha também minas independentes e uma grande atividade informal, clandestina, assume o autor do livro.

O elemento químico volfrâmio é também chamado tungsténio e tem como símbolo químico a letra W, em referência à origem alemã da denominação: Wolf (lobo) associado a Rahm (espuma), o que se baseava na ideia inicial de que, antes de ser considerado minério, o volfrâmio tinha a reputação de devorar o estanho, dado o seu elevado ponto de fusão.

Esse é, aliás, um dos aspetos pelos quais os especialistas atribuem ao volfrâmio propriedades extraordinárias: tem o mais alto ponto de fusão, a 3.410 graus centígrados, é o metal com a menor expansão térmica e tem uma densidade elevadíssima, de 19,3 gramas por centímetro cúbico (enquanto a do ferro, por exemplo, se fica por 7,86).

Combinado com o carbono, o volfrâmio constitui o carboneto de tungsténio (WC), que é uma das ligas metálicas mais duras que se conhece, pelo que, em tempos de guerra, tinha três grandes aplicações: era usado em aços duros para fazer ferramentas de corte, em pontas perfurantes para armamento e em aços para blindagens anti-perfurantes de tanques.

Atualmente, é utilizado sobretudo como filamento de lâmpadas e em ligas de perfuradoras para prospeção de petróleo e para a indústria mineira.

|Via http://noticias.sapo.pt/infolocal/artigo/1177837|

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

AS PALAVRAS COMO IMAGEM

Um fantástico vídeo de Ji Lee em que as palavras são animadas de acordo com o seu sentido.



Via Carlos Pinheiro (lista RBE)