sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
NOVIDADES

Diário Inventado de Um Menino Já Crescido
de José Fanha
Edição/reimpressão: 2005
Páginas: 64
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895571475
Sinopse
Todos nós vivemos acontecimentos extraordinários, conhecemos pessoas especiais, presenciamos momentos irrepetíveis. O problema é que, quando começamos a crescer, começamos também a esquecer muitos desses acontecimentos, dessas pessoas, desses momentos. É para isso que servem os Diários. Para guardar a nossa memória. Um dia, resolvi chamar o menino que já fui à escrita e pedi-lhe para escrever algumas das coisas de que ele ainda se lembra: os colegas, a avó, o pai, as múltiplas e, por vezes, contraditórias aprendizagens de que é feito o nosso crescimento. E assim nasceu este Diário que é um bocadinho verdadeiro e um bocadinho inventado e que foi escrito pelo menino já crescido que sou.
de José Fanha
Edição/reimpressão: 2005
Páginas: 64
Editor: Edições Gailivro
ISBN: 9789895571475
Sinopse
Todos nós vivemos acontecimentos extraordinários, conhecemos pessoas especiais, presenciamos momentos irrepetíveis. O problema é que, quando começamos a crescer, começamos também a esquecer muitos desses acontecimentos, dessas pessoas, desses momentos. É para isso que servem os Diários. Para guardar a nossa memória. Um dia, resolvi chamar o menino que já fui à escrita e pedi-lhe para escrever algumas das coisas de que ele ainda se lembra: os colegas, a avó, o pai, as múltiplas e, por vezes, contraditórias aprendizagens de que é feito o nosso crescimento. E assim nasceu este Diário que é um bocadinho verdadeiro e um bocadinho inventado e que foi escrito pelo menino já crescido que sou.
HUMBERTO ECO - "O excesso de informação provoca amnésia"

Em entrevista de 30 de Dezembro de 2011, conduzida por Luís António Giron, da publicação “Época“, o grande intelectual italiano, Umberto Eco, tece algumas considerações interessantes sobre a Internet, os e-books e a situação política e económica da Europa e da Itália. Também se fala de literatura e do impacto, por vezes, estranho que provoca nos diversos públicos.
“A internet não seleciona a informação. Há de tudo por lá. (…) A imensa quantidade de coisas que circula é pior que a falta de informação. O excesso de informação provoca a amnésia. Informação demais faz mal. Quando não lembramos o que aprendemos, ficamos parecidos com animais. Conhecer é cortar, é selecionar. (…).”
PROFESSOR
O pensador e romancista italiano Umberto Eco completou 80 anos. Neste momento, está a escrever a sua autobiografia intelectual.
(Foto: Eric Fougere/VIPImages/Corbis)
Via lista RBE - Biblioteca ES Mealhada
“A internet não seleciona a informação. Há de tudo por lá. (…) A imensa quantidade de coisas que circula é pior que a falta de informação. O excesso de informação provoca a amnésia. Informação demais faz mal. Quando não lembramos o que aprendemos, ficamos parecidos com animais. Conhecer é cortar, é selecionar. (…).”
PROFESSOR
O pensador e romancista italiano Umberto Eco completou 80 anos. Neste momento, está a escrever a sua autobiografia intelectual.
(Foto: Eric Fougere/VIPImages/Corbis)
Via lista RBE - Biblioteca ES Mealhada
PRÉMIO D: DINIS ATRIBUÍDO A MARIA TERESA HORTA

Instituído em 1980 pela Fundação Casa de Mateus, em Vila Real, o galardão é atribuído a uma obra literária - de poesia, ensaio ou ficção - publicada no ano anterior ao da atribuição do prémio.
O júri desta edição foi composto pelos escritores Vasco Graça Moura, Nuno Júdice e Fernando Pinto do Amaral.
“As Luzes de Leonor”, obra lançada em 2011 pela D. Quixote, é um romance sobre a vida da marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal de Lorena e Lencastre (1750-1839), neta dos marqueses de Távora, uma mulher que se destacou na história literária e política de Portugal num período denominado por “século das luzes”.
Para o secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, o romance premiado, “As Luzes de Leonor”, é “uma obra muito especial”. "É um romance onde história e literatura se cruzam de uma forma hábil, comovente e poética. Maria Teresa Horta conseguiu-o porque é uma poeta de eleição, cuja sensibilidade lhe permitiu interpretar e desenhar a biografia de uma personagem tão importante como a marquesa de Alorna”, destacou Viegas à Lusa.
A autora recordou que o livro, editado pela D. Quixote, demorou 13 anos a escrever, implicando “muita pesquisa e muita paixão”.
Ideia partilhada pelo secretário de Estado da Cultura: “Durante anos a autora trabalhou em redor da vida de uma figura tão singular como a marquesa de Alorna, decisiva para compreendermos a transição do século XVIII para o século XIX, o papel da mulher e nesse período tão importante para a consciência europeia e para a cultura portuguesa”.
Para o responsável pela área da cultura no Governo e também escritor, a atribuição do Prémio D. Dinis a “As Luzes de Leonor” é “uma boa notícia que festeja um bom romance, uma autora e um género literário que, felizmente, não corre o risco de desaparecer”.
Maria Teresa Horta seguiu a biografia de Leonor de Lorena, sua avó em quinto grau, autora de uma vasta obra poética, parte dela ainda publicada em vida.
Nascida em 1937, em Lisboa, Maria Teresa Horta estudou na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi jornalista e activista do Movimento Feminista de Portugal juntamente com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, com quem escreveu o livro “Novas Cartas Portuguesas”.
“Amor Habitado” (1963), “Ana” (1974) e “O Destino” (1997) contam-se entre mais de duas dezenas de obras publicadas.
Em 2010, o Prémio D. Dinis tinha sido atribuído a João Barrento pelo livro “O Género Intranquilo. Anatomia do Ensaio e do Fragmento”.
Desde a criação do galardão, foram distinguidos, entre outros, os escritores Agustina Bessa Luís, Manuel Alegre, Sophia de Mello Breyner Andresen e os historiadores Nuno Gonçalo Monteiro e Rui Ramos.
A Fundação Casa de Mateus foi instituída em 1970 com o objectivo de conservar e divulgar o seu património e arquivo e desenvolver actividades culturais, científicas e pedagógicas nas quais se inserem a atribuição do Prémio D. Dinis.
http://www.publico.pt/Cultura/maria-teresa-horta-vence-premio-d-dinis-2011-1527559
O júri desta edição foi composto pelos escritores Vasco Graça Moura, Nuno Júdice e Fernando Pinto do Amaral.
“As Luzes de Leonor”, obra lançada em 2011 pela D. Quixote, é um romance sobre a vida da marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal de Lorena e Lencastre (1750-1839), neta dos marqueses de Távora, uma mulher que se destacou na história literária e política de Portugal num período denominado por “século das luzes”.
Para o secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, o romance premiado, “As Luzes de Leonor”, é “uma obra muito especial”. "É um romance onde história e literatura se cruzam de uma forma hábil, comovente e poética. Maria Teresa Horta conseguiu-o porque é uma poeta de eleição, cuja sensibilidade lhe permitiu interpretar e desenhar a biografia de uma personagem tão importante como a marquesa de Alorna”, destacou Viegas à Lusa.
A autora recordou que o livro, editado pela D. Quixote, demorou 13 anos a escrever, implicando “muita pesquisa e muita paixão”.
Ideia partilhada pelo secretário de Estado da Cultura: “Durante anos a autora trabalhou em redor da vida de uma figura tão singular como a marquesa de Alorna, decisiva para compreendermos a transição do século XVIII para o século XIX, o papel da mulher e nesse período tão importante para a consciência europeia e para a cultura portuguesa”.
Para o responsável pela área da cultura no Governo e também escritor, a atribuição do Prémio D. Dinis a “As Luzes de Leonor” é “uma boa notícia que festeja um bom romance, uma autora e um género literário que, felizmente, não corre o risco de desaparecer”.
Maria Teresa Horta seguiu a biografia de Leonor de Lorena, sua avó em quinto grau, autora de uma vasta obra poética, parte dela ainda publicada em vida.
Nascida em 1937, em Lisboa, Maria Teresa Horta estudou na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi jornalista e activista do Movimento Feminista de Portugal juntamente com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, com quem escreveu o livro “Novas Cartas Portuguesas”.
“Amor Habitado” (1963), “Ana” (1974) e “O Destino” (1997) contam-se entre mais de duas dezenas de obras publicadas.
Em 2010, o Prémio D. Dinis tinha sido atribuído a João Barrento pelo livro “O Género Intranquilo. Anatomia do Ensaio e do Fragmento”.
Desde a criação do galardão, foram distinguidos, entre outros, os escritores Agustina Bessa Luís, Manuel Alegre, Sophia de Mello Breyner Andresen e os historiadores Nuno Gonçalo Monteiro e Rui Ramos.
A Fundação Casa de Mateus foi instituída em 1970 com o objectivo de conservar e divulgar o seu património e arquivo e desenvolver actividades culturais, científicas e pedagógicas nas quais se inserem a atribuição do Prémio D. Dinis.
http://www.publico.pt/Cultura/maria-teresa-horta-vence-premio-d-dinis-2011-1527559
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
BiblioESA - Newsletter 9
A Idónea Bibliotecária e o Dèjá Lu
Há iniciativas que nos deixam cheios de 'inveja' por não termos sido nós os seus autores. A Idónea Bibliotecária teve uma fantástica ideia que tratou de por em prática recorrendo a um blogue, o Déjà Lu.
A II Guerra Mundial no Twitter
Acompanhe em tempo real, de há 72 anos, o desenrolar da Segunda Guerra Mundial, sob o ponto de vista britânico.
Competências fundamentais para o Século XXI
A Partnership for 21 Century Skills e a FableVision realizaram um filme original que destaca os benefícios educativos da integração de expectativas elevadas, conteúdos rigorosos e as que todas as crianças precisam para ter sucesso na escola e na vida: 4 C's - comunicação, colaboração, (pensamento) crítico e criatividade.
Reforma curricular em Portugal
Discussão Pública até 31 de Janeiro de 2011. Uma das propostas: " liberdade para a escola na decisão da distribuição da carga horária ao longo dos ciclos e anos de escolaridade" está mesmo logo antes de tabelas com cargas horárias por ano e por disciplina que permitem comparar a situação atual com a proposta do Ministério da Educação.
Há iniciativas que nos deixam cheios de 'inveja' por não termos sido nós os seus autores. A Idónea Bibliotecária teve uma fantástica ideia que tratou de por em prática recorrendo a um blogue, o Déjà Lu.
A II Guerra Mundial no Twitter
Acompanhe em tempo real, de há 72 anos, o desenrolar da Segunda Guerra Mundial, sob o ponto de vista britânico.
Competências fundamentais para o Século XXI
A Partnership for 21 Century Skills e a FableVision realizaram um filme original que destaca os benefícios educativos da integração de expectativas elevadas, conteúdos rigorosos e as que todas as crianças precisam para ter sucesso na escola e na vida: 4 C's - comunicação, colaboração, (pensamento) crítico e criatividade.
Reforma curricular em Portugal
Discussão Pública até 31 de Janeiro de 2011. Uma das propostas: " liberdade para a escola na decisão da distribuição da carga horária ao longo dos ciclos e anos de escolaridade" está mesmo logo antes de tabelas com cargas horárias por ano e por disciplina que permitem comparar a situação atual com a proposta do Ministério da Educação.
E-books
Retrato de Portugal - Factos e Acontecimentos
E-books «Inteligência Financeira» a 50 cêntimos
Almeida Garrett
Música
Vídeos históricos da música de sempre, em Alma Carioca
Escrita
Imagens e casas de escritores famosos
Arte
Saber não ocupa lugar
Arte e imaginação na pintura: 1 2 3
Guernica em 3D
Explicação de Guernica
Interessantes
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Os países do mundo em foto
Hiperactividade?
Web design: 1 2
Browsers e web
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Portugal em distritos
Bom Ano Novo!
sábado, 24 de dezembro de 2011
FELIZ NATAL! NOITE FELIZ!
É o que a Biblioteca/Centro de Recursos deseja a toda a comunidade educativa.
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