segunda-feira, 10 de junho de 2013

Dia de Portugal


Neste Dia de Portugal de 2013, assinalado em tempos conturbados e de grande incerteza, deixamos aqui duas sugestões de leitura (mesmo que uma leitura rápida) que nos permitem um olhar mais crítico, uma análise mais sustentada e uma reflexão mais ponderada sobre o nosso país.
São dois livros recentes e gratuitos, em formato digital, que nos permitem compreender melhor o país que somos, a situação em que estamos, como aqui chegamos, mas também perspetivar o futuro que queremos.
Fundação Francisco Manuel dos Santos (que disponibiliza a muito útil Base de DadosPORDATA - http://www.pordata.pt/) na continuação do seu trabalho rigoroso de recolha e disponibilização de dados factuais, meios de informação, elementos de estudo da sociedade e instrumentos fidedignos de conhecimento da realidade portuguesa, acaba de publicar estas duas novas edições, disponíveis no seu sítio da Internet - http://www.ffms.pt/

O primeiro livro, Retrato de Portugal PORDATA, Indicadores 2011 (junho 2013), apresenta em resumo os indicadores da sociedade portuguesa contemporânea desde 1960 até 2011, com introdução de algumas referências ao ano de 2012. Números que contam a nossa história mais recente e nos permitem uma reflexão e uma discussão mais sustentadas sobre Portugal


O segundo, 25 Anos de Portugal Europeu - A economia, a sociedade e os fundos estruturais (maio de 2013) é um longo trabalho, com mais de 500 páginas, coordenado pelo Professor Augusto Mateus e que faz uma análise sobre o desenvolvimento da economia e da sociedade portuguesas, ao longo dos primeiros 25 anos de integração na União Europeia. Apresenta a evolução de Portugal perante a União Europeia em cinquenta indicadores, analisa os fundos estruturais que Portugal recebeu e faz uma interpretação do caminho percorrido.


quarta-feira, 5 de junho de 2013

DIA MUNDIAL DO AMBIENTE 2013

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?go=noticias&id=267

"Vamos abraçar as árvores, vamos deitar-nos na terra, rebolar na erva, deixar o vento penetrar-nos nos poros, mergulhar nas águas do lagos, rios e oceanos. Vamos (re)encontrar o Espírito da Terra e, talvez assim, possamos deixar de cometer tantas atrocidades contra o planeta que nos abriga."
 in http://365coisasquepossofazer.blogspot.pt/

Novidades_Livros

História de um gato e de um rato que se tornaram amigos

Oferta da Porto Editora
História de um gato e de um rato que se tornaram amigos
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 64
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04480-8
Idioma: Português





Sinopse

Max vive em Munique com os seus pais e irmãos - e com Mix, o seu inseparável gato preto com uma mancha branca na barriga. Amigos desde a infância, quando Max cresce e decide mudar de casa, leva Mix consigo. Mix adora viver no novo apartamento. Mas quando Max começa a trabalhar e não pode estar tanto tempo em casa, Mix, que está a envelhecer e a perder a visão, sente-se cada vez mais sozinho.

Um dia, Mix ouve uns passinhos suaves vindos da despensa e descobre que há um ladrão a comer os cereais crocantes do dono. Esperto, Mix deixa-se ficar quieto e, de repente, com a rapidez de outros tempos, estica a pata e sente o corpo trémulo de um minúsculo ratinho. Mex, como é batizado, é um ratinho mexicano, muito medroso e charlatão. Mas os verdadeiros amigos apoiam-se um ao outro e juntos aprendem a partilhar o que de melhor têm dentro de si.

Baseado num episódio da vida de um dos filhos de Luis Sepúlveda, a História de um gato e de um rato que se tornaram amigos oferece-nos uma vez mais uma fábula singela e divertida sobre o verdadeiro valor da amizade.
Titeuf - O Busílis da QuestãoTiteuf - As Miúdas Ficam Banzadas Titeuf - O Amor é Bué da Estranho




Nascido no início dos anos 90, Titeuf é um miúdo da sua geração, 
curioso por natureza.


Como é que funciona um Game-Boy?
Porque é que as raparigas são diferentes dos rapazes? O que é que é o desemprego?
Resumindo, os livros de Titeuf são o b-á-bá da educação da malta da nova geração e sucedem-se a um ritmo hilariante.
  • Titeuf - As Miúdas Ficam Banzadas
de Zep
Edição/reimpressão: 2003
Páginas: 48
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789724132303
Coleção: Titeuf

  • Titeuf - O Busílis da Questão
de Zep
Edição/reimpressão: 2006
Páginas: 48
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789724146461
Coleção: Grande Público

  • Titeuf - O Amor é Bué da Estranho
Edição/reimpressão: 2003
Páginas: 48
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789724130941
Coleção: Titeuf




  • Titeuf - N`É Nada Justo...
Edição/reimpressão: 2004
Páginas: 48
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789724135564
Coleção: Titeuf




  • You a Sua Dieta
Os mais conhecidos médicos do mundo, Michael F. Roizen e Mehmet C. Oz, conceberam um plano que lhe vai permitir ter o corpo ideal sem nunca, mas mesmo nunca, sentir fome. Para a dieta resultar, garantem os médicos da Oprah, basta tornar o acto de comer tão fácil e automático que deixemos pura e simplesmente de pensar em dietas. E a arma secreta é o auto-conhecimento. Se soubermos como o corpo funciona, se percebermos qual é a relação entre a mente e o estômago, ou o modo como a química do cérebro controla os nossos impulsos, passaremos tranquilamente pela porta da gelataria sem cair em tentação. 
YOU - A Sua Dieta devolve-nos todo o humor e a sabedoria do YOU - Manual de Instruções, mas agora centrado exclusivamente no seu peso ideal.

You a Sua Dieta
You a Sua Dieta
Edição/reimpressão: 2008
Editor: Lua de Papel
ISBN: 9789892301921
Coleção: Check-Up
Idioma: Português


E ainda, os livros Ténis de Mesa vai à Escola 
(oferta do professor Luís Coelho)


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Exames: os 12 erros mais comuns (por ANDREIA SANCHES)

A duas semanas de começarem os exames nacionais do básico e do secundário, o jornal Público pediu a professores de diferentes áreas que ajudassem a fazer uma lista de erros frequentes. Alguns são fáceis de adivinhar. Outros, mais surpreendentes. Há quem aconselhe umas boas horas de desporto vigoroso na véspera da prova.
1. Não estudar com tempo
É bom que cada um encontre a sua própria forma de optimizar o tempo de estudo e de ser eficaz, nota José Morgado, professor do Instituto Superior de Psicologia Aplicada. Mas a verdade é que o tempo que os alunos dedicam a preparar-se para as provas é, muitas vezes, insuficiente.
"Uma parte significativa não se prepara com a antecedência devida", diz Miguel Barros, vice-presidente da Associação de Professores de História (APH). Muitos deixam para a véspera das provas o estudo das matérias obrigatórias, continua Paula Gonçalves, professora de Filosofia e coordenadora do centro de explicações Ás de Saber. "Revelam um estudo pouco sistemático, mal organizado, sem a elaboração prévia de resumos, os quais, quando realizados ao longo do ano lectivo, simplificam muito a preparação mais específica e intensiva que antecede os exames", afirma.
O local de estudo também pode fazer a diferença. Miguel Barros nota que "muitos alunos não estudam em ambientes propícios à concentração - não desligam a televisão, a Internet ou os telemóveis, por exemplo".
2. Stress a mais
"Quando iniciam o estudo, é frequente entrarem em pânico face à enormidade da tarefa, o que os leva a situações de stress e, no limite, ao uso de fármacos que, supostamente, os auxiliarão a concluir com sucesso o que se pretende", diz o dirigente da APH. Eis outro erro frequente. José Morgado sublinha a importância de se tentar "lidar de forma serena com a pressão ou expectativas que, muitas vezes, pais, professores ou os próprios colocam - e que, para alguns alunos, podem tornar-se parte do problema". 
À medida que o exame se aproxima, os nervos aumentam. E, no dia da prova, ainda pior - sendo que, tendencialmente, os mais pequeninos são mais sensíveis, explica Fernando Nunes, ex-presidente da Associação de Professores de Matemática.
O excesso de tensão, diz este professor, é um grande inimigo. Leva os alunos a cometer erros, sobretudo se no exame se confrontam com algo "novo", uma pergunta feita de forma diferente daquela que é habitual, por exemplo. O último relatório disponível do Gabinete de Avaliação Educacional, sobre os exames, confirma esta ideia: em 2011, nos exames de Matemática do 9.º e do 12.º ano, por exemplo, os alunos revelaram dificuldades na interpretação de algumas questões, sobretudo quando estas envolviam "estratégias não habituais".
3. Ter excesso de confiança
Muitos alunos consideram que não precisam de fazer uma preparação "mais específica e direccionada" para os exames porque julgam que já conhecem a matéria, diz Paula Gonçalves. Acham, portanto, que não precisam de praticar. Mas atenção ao excesso de confiança: "A realização contínua de exercícios permite fazer um levantamento dos próprios erros procurando superá-los e, além disso, obriga a analisar os critérios de correcção dos exames procurando responder à questão "em que é que eu não posso falhar?"."
4. Ler só resumos
Cada vez mais se nota que os alunos não lêem as obras integrais que são obrigatórias, notam alguns professores. Isto vale, nomeadamente, para quem está a preparar-se para o exame de Português. Os resumos das obras não chegam!
5. Ir de directa
Ir para o exame com uma noite mal dormida é um erro frequente. "Metade da nota consegue-se com estudo, a outra metade com os neurónios em actividade máxima... o que implica uma cabeça fresca!", diz Paula Canha, professora de Biologia e Geologia. "Aconselho os meus alunos a praticarem desporto vigoroso no final do dia anterior ao exame, pelo menos oito horas de sono e uma refeição decente antes do exame. Assim, a concentração e a capacidade de raciocínio estarão no seu máximo."
6. Não ler as perguntas
Até que chega aquele momento em que o professor distribui o exame. "Às vezes nem lêem o enunciado completo!" O desabafo é de Paula Canha, mas é partilhado por vários professores. "Dizem que a meio já achavam que tinham percebido o que era para responder, mas afinal... Exemplo: uma pergunta de V/F [Verdadeiro/Falso] em que é para indicar as afirmações que apoiam uma determinada hipótese. Eles partem do princípio que é para assinalar as frases como verdadeiras ou falsas, ignorando o segundo requisito do enunciado", continua a professora de Biologia.
Não dedicar o tempo necessário à leitura das perguntas leva a erros de interpretação, diz também Miguel Barros. Sem compreender bem o que é pedido, dificilmente se dá a resposta certa, e isto é verdade para todas as disciplinas, diz Paula Gonçalves.
7. Não planear as respostas
Para além de compreender as perguntas é preciso "preparar e planear as respostas", diz José Morgado. "A resposta imediata pode ser desajustada ou "ao lado"." É importante avaliar o que é mesmo "essencial", referir e o que é "acessório" - sendo que o acessório também se pode incluir, e até pode ser relevante, em questões de "desenvolvimento".
8. Debitar o que se decorou
"Muitos alunos desenvolvem na sua cabeça a resposta certa, mas como não confiam na sua capacidade de raciocínio, preferem procurar na memória alguma coisa que tenham ouvido na aula ou estudado no manual e que possa colar-se àquela situação", diz Paula Canha. Miguel Barros dá o exemplo do que se passa na sua área científica: "Apesar de nos exames de História se privilegiar a interpretação de fontes, devendo a informação recolhida nessas fontes ser integrada, de forma crítica, nas respostas, um número significativo de alunos continua a achar que o que interessa é "decorar a matéria" e "despejá-la" nas respostas. Isto dá origem a erros de análise - vêem nas questões aquilo que querem ver, dando origem a respostas longas mas que ficam muito aquém daquilo que se pretende."
9. Não ser assertivo
Ser objectivo e assertivo dá pontos, diz Paula Gonçalves. "Muitos alunos têm tendência para o excesso de informação numa resposta, tornando-a pouco assertiva. A objectividade é muito bem cotada num exame."
10. Não gerir o tempo
O exame deve ser visto como um todo, diz Miguel Barros. Mas a maioria dos alunos não é assim que lida com o enunciado da prova. "Como não olham para o exame como um todo, mas antes como uma lista de questões, não planeiam com cuidado o tempo de que vão necessitar. Perdem, frequentemente, demasiado tempo com questões de nível mais elementar (do tipo refere, enumera...), que são menos pontuadas, acabando por não ter tempo suficiente para responder a questões mais complexas, que implicam uma maior reflexão."
Mas isto de gerir o tempo não é coisa fácil. Ficar "bloqueado" numa resposta que parece supercomplicada também pode acabar por significar que não se tem tempo para responder a outras eventualmente mais fáceis, lembra José Morgado.
Fernando Nunes lembra que o "tempo" não é, geralmente, um factor muito valorizado no processo de ensino-aprendizagem - mais cinco minutos, menos cinco minutos, o que interessa aos professores na sala de aula é que os jovens acabem por conseguir resolver o problema. No exame, tudo é diferente. Fica a sugestão: "Se acham que estão a levar demasiado tempo com uma pergunta que não estão a conseguir responder, passem para outra, porque elas não têm todas o mesmo grau de dificuldade."
11. Não rever as respostas
É fundamental voltar a reler as respostas do exame para perceber se existe coerência no que foi exposto e poder detectar erros e falhas.
12. Não usar as tabelas
Textos, tabelas, gráficos e exemplos não servem para embelezar o exame, diz Paula Gonçalves. Muitos alunos ignoram o recurso a estes documentos de apoio que constam de alguns enunciados e que muito podem valorizar uma resposta.
in Público, de 2/06/2013

sexta-feira, 31 de maio de 2013

RICARDO ARAÚJO PEREIRA venceu grande prémio da crónica


O júri constituído pelos escritores Alice Vieira, Jorge Marmelo e o professor da Faculdade de Letras de Lisboa, Manuel Frias Martins decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio da Crónica ao humorista Ricardo Araújo Pereira, pelo seu livro Novas Crónicas da Boca do Inferno, uma coletânea das suas crónicas na revista semanal Visão, publicado em novembro de 2009.

Ler+ aqui

|via fora-da-estante|

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Dez motivos pelos quais você deveria ler todos os dias

Uma das práticas que os jovens consideram mais entediantes é a leitura. Não é raro ouvir reclamações sobre a obrigatoriedade da leitura, mesmo que algumas histórias surpreendam por atrair o interesse. Contudo, estabelecer o hábito da leitura pode trazer diversos benefícios para a vida, tanto no mundo acadêmico quanto na carreira. Confira a seguir 10 motivos pelos quais você deveria ler todos os dias:

1. Estímulo mental
O cérebro necessita treinamento para se manter forte e saudável e a leitura é uma ótima maneira de estimular a mente e mantê-la ativa. Além disso, estudos mostram que os estímulos mentais desaceleram o progresso de doenças como demência e Alzheimer.

2. Redução do estresse
Quando você se insere em uma nova história diferente da sua, os níveis de estresse que você viveu no dia são diminuídos radicalmente. Uma história bem escrita pode transportá-lo para uma nova realidade, o que vai distraí-lo dos problemas do momento.

3. Aumento do conhecimento
Tudo o que você lê é enviado para o seu cérebro com uma etiqueta de “novas informações”. Mesmo que elas não pareçam tão essenciais para você agora, em algum momento elas podem ajudá-lo, como em uma entrevista de emprego ou mesmo durante um debate em sala de aula.

4. Expansão de vocabulário
A leitura expõe você a novas palavras que inevitavelmente elas serão incluídas no seu vocabulário. Conhecer um número grande de palavras é importante porque permite que você seja mais articulado em seus discursos, de maneira que até mesmo a sua confiança será impulsionada.

5. Desenvolvimento da memória
Quando você lê um livro (especialmente os grandes) precisa se lembrar de todos os personagens, seus pontos de vista, o contexto em que cada um está inserido e todos os desvios que a história sofreu. A boa notícia é que você pode utilizar isso a seu favor, fazendo dos livros um treino para a sua memória. Guardar essa quantidade de informações faz com que você esteja mais apto para se lembrar de eventos cotidianos.

6. Habilidade de pensamento crítico
Já leu um livro que prometia um mistério confuso e acabou por desvendá-lo antes mesmo do meio da história? Isso mostra a sua agilidade de pensamento e suas habilidades de pensamento crítico. Esse tipo de talento também é desenvolvido por meio da leitura. Portanto, quanto mais você lê, mais aumenta sua habilidade de estabelecer conexões.

7. Aumento de foco e concentração
O mundo agitado de hoje faz com que sua atenção seja dividida em várias partes, de modo que manter-se concentrado em apenas uma tarefa torna-se um desafio. Contudo, livros com histórias envolventes são capazes de desligar você do mundo ao redor, fazendo com que sua atenção esteja inteiramente voltada para o que acontece na trama. Embora você não perceba, esse tipo de exercício ajuda você a se concentrar em outras ocasiões, como quando precisa finalizar um projeto urgente.

8. Habilidades de escrita
Esse tipo de habilidade anda lado a lado com a expansão do seu vocabulário. Assim como a leitura permite a você ser alguém mais articulado na fala, também vai ajuda-lo a colocar com mais clareza os seus pensamentos no papel. Isso vai dar a você a chance de produzir textos com mais qualidade, não apenas de vocabulário, como também correção gramatical e ideias mais ricas.

9. Tranquilidade
O fato de envolver você em uma história e livrá-lo do estresse cotidiano faz do livro uma ótima ferramenta para alcançar a paz interior. Nos momentos de estresse, procure se distrair do que acontece com uma história que atrai seu interesse. Isso vai acalmá-lo e ajudá-lo a melhorar seu humor.

10. Entretenimento a baixo custo
Muitas pessoas acreditam que o conceito de diversão está diretamente ligado aos altos custos de uma viagem ou mesmo de uma festa. Contudo, se você encontrar um livro que chame a sua atenção, poderá viajar sem sair da sua casa.

|via Bibliotecar|

terça-feira, 28 de maio de 2013

Novidades_Banda Desenhada

MAHOU - Na Origem da Magia

Tomo 1
Edição/reimpressão: 2011
Páginas: 64
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789892316314

MAHOU - Na Origem da Magia
 




Sinopse
Depois de ter consultado um livro numa biblioteca, Bia vê-se transportada para o planeta                     Mahou, descobrindo aí as suas raízes familiares. Em Mahou existia Magia: a Magia Comum e a        Alta Magia, até que se deu o Grande Cisma e se expandiu a Tecnologia, iniciando- uma guerra           que durou anos… Mahou viu-se transformado sem respeito por nada! Mas Bia encerra em si um     grande poder…
MAHOU - Perdidos no Tempo
Tomo 2
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 64
Editor: Edições Asa
ISBN: 9789892323480

MAHOU - Perdidos no Tempo

Sinopse
No livro anterior, Na Origem da Magia, ficámos a saber que, há muitos, muitos anos, em Mahou,       uma família descobriu um objeto dotado de poderes mágicos extraordinários e, através dele,           obteve riqueza, domínio e conhecimento. Mas nada disto lhes trouxe alegria ou união e                         a desavença desta família fez com que a Guerra se alastrasse por todo o Mahou. Neste tomo,      decorrido mais de um ano após a visita de Bia - uma rapariga muito especial - ter finalmente           sarado as feridas que a Guerra abriu, vamos acompanhar o Mago Mago numa viagem ao seu passado.
E, ainda, Guerreiros Sempre Alerta!                                                                                                    
(oferta da Agência Nacional Para a Cultura Científica e Tecnológica)
Este livro aborda questões relativas à imunologia, numa linguagem ajustada a jovens do                  ensino secundário.

Mia Couto, Prémio Camões 2013



Foto do jornal Público

O vencedor do prémio literário mais importante da criação literária da língua portuguesa é o escritor moçambicano autor de livros como Raiz de OrvalhoTerra Sonâmbula A Confissão da Leoa . É o segundo autor de Moçambique a ser distinguido, depois de José Craveirinha em 1991.
O júri justificou a distinção de Mia Couto tendo em conta a “vasta obra ficcional caracterizada pela inovação estilística e a profunda humanidade”, segundo disse à agência Lusa José Carlos Vasconcelos, um dos jurados.
A obra de Mia Couto, “inicialmente, foi muito valorizada pela criação e inovação verbal, mas tem tido uma cada vez maior solidez na estrutura narrativa e capacidade de transportar para a escrita a oralidade”, acrescentou Vasconcelos. Além disso, conseguiu “passar do local para o global”, numa produção que já conta 30 livros, que tem extravasado as suas fronteiras nacionais e tem “tido um grande reconhecimento da crítica”. Os seus livros estão, de resto, traduzidos em duas dezenas de línguas. |...|
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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Blimunda 12, maio 2013

Descarregar Blimunda 12(pdf)

Maio na Blimunda é mês de Gabo.

No dossier central da revista, textos de Raquel Ribeiro, Germán Santamaría, Embaixador da Colômbia em Portugal, Pilar del Río e Tomás Eloy Martínez, com a primeira crítica a Cem Anos de Solidão, publicada em 1967, quatro abordagens à vida e obra de Gabriel García Márquez.

A FILBo, Feira Internacional do Livro de Bogotá, que acolheu Portugal como país convidado, e o Festival Literário da Madeira ocupam também lugar de destaque nesta edição, através de textos de Sara Figueiredo Costa. Na secção infantil e juvenil, uma visita à exposição Clarice Lispector – A hora da estrela, que a Fundação Gulbenkian acolheu no último mês. Partindo desta exposição, Andreia Brites, lê os quatro livros infantis da grande autora brasileira, editados pela Relógio d’Água.

A fechar a Blimunda de Maio, a Saramaguiana publica dois documentos documentos fundamentais para um percurso pelo universo literário e intelectual do Prémio Nobel português. Dois textos de autoria de Carlos Reis e Fernando Gómez Aguilera, lidos na apresentação de A Estátua e a Pedra, inédito de José Saramago, agora publicado pela Fundação que leva o seu nome.

Boas leituras!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Dia Internacional da Biodiversidade 2013

O Dia Internacional da Biodiversidade foca-se, em 2013, na estreita relação entre a Água e a Biodiversidade. O objetivo é alertar para a necessidade extrema de conservar a Diversidade Biológica e os ecossistemas para garantir a segurança no que diz respeito à água.
O Dia Internacional da Biodiversidade celebra-se anualmente a 22 de maio, desde o ano 2000. A efeméride instituída pelas Nações Unidas para celebrar a Biodiversidade do planeta Terra e para incentivar à sua conservação, foi assinalada pela primeira vez em 1993, no dia 29 de dezembro.
Dada a proximidade das festas natalícias e de fim de ano, a data da celebração foi alterada, sete anos mais tarde, para 22 de maio. Este é o dia do aniversário da aprovação do texto da Convenção sobre a Diversidade Biológica, que teve lugar em 1992.
Uma vez que 2013 foi designado o Ano da Cooperação Internacional para a Água, o Secretariado da Convenção sobre a Diversidade Biológica decidiu focar as celebrações do Dia Internacional da Biodiversidade na estreita relação entre a Água e Biodiversidade.
Neste dia, é enfatizado que os ecossistemas e, em particular, a diversidade de formas vivas que os constituem, regulam a disponibilidade de água e a sua qualidade, de tal modo que a degradação dos sistemas naturais conduz à insegurança em relação aos recurso aquáticos.
Deste modo, a correta gestão dos ecossistemas como as florestas, pradarias, zonas húmidas e solos, que constituem infraestruturas naturais através dos quais a água flui, é essencial.
No contexto das Alterações Climáticas, que afetam o ciclo da água e o funcionamento dos ecossistemas, é necessário agir a este nível para nos adaptarmos aos efeitos de fenómenos como o Aquecimento Global.
Por outro lado, dada a natural interdependência entre o ciclo da água e o ciclo do carbono, o recurso a abordagens baseadas no conceito de ecossistema tendo em vista a gestão da água também contribui para mitigar os efeitos das alterações do Clima.
Os exemplos de gestão dos ecossistemas para garantir a segurança no que diz respeito á água são múltiplos, indo desde a conservação das zonas húmidas para reduzir o risco de inundações à recuperação de solo para reduzir a erosão e a poluição e assim aumentar a disponibilidade de água para a rega agrícola, passando pela preservação das florestas para garantir as reservas de água potável.
Este tipo de abordagem resulta, também, em muitos outros benefícios tais como a promoção da segurança alimentar através de uma agricultura mais produtiva; disponibilização de matérias-primas como a madeira, por parte dos ecossistemas florestais e de habitat para espécies polinizadoras e silvestres e a disponibilização de locais de recreação e com valor cultural.
Saiba mais sobre o Dia Internacional da Biodiversidade 2013 aqui.

DIA DO AUTOR PORTUGUÊS 2013


Hoje assinala-se o Dia do Autor Português,  instituído em 1982 pelo maestro Nóbrega e Sousa, um dia dedicado a todos os profissionais da criação e do desenvolvimento de ideias, criadores de bens culturais imateriais.


" [...] É precisamente este aspecto que diferencia o autor de um romance do inventor de um computador, o autor de uma ópera do construtor de uma auto-estrada. E ao celebrarmos o Dia do Autor, homenageamos aqueles que nos enriquecem com bens que, infelizmente, na sociedade contemporânea essencialmente materialista em que vivemos, são os menos valorizados. [...]  Daí a incontornável importância de entidades que os guiem e os apoiem, e que promovam as suas obras. Tanto mais, porque estão em causa autores e obras que consubstanciam a identidade cultural de uma sociedade, e isto no mundo globalizado em que vivemos e em que cada vez mais as diversidades culturais se tendem a diluir."

Texto extraído da mensagem do Dia do Autor 2012,

22 de maio - Dia do ABRAÇO

Para dar um abraço, basta abrir os braços, formar um laço e encher-se de afeto.
Abraço é conforto e proteção, saudade e união, amizade e paixão.


Abraços grandiosos no dia do Abraço!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento


(…) Culture, in all its diversity, can foster a sense of identity and cohesion for societies at a time of uncertainty. It is also a powerful source of creativity and innovation. No development can be sustainable without it (…)

[Message from Ms Irina Bokova,Director-General of UNESCO, 21 May 2013]


Com início em 2001, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura(Unesco) estabeleceu o dia 21 de Maio comoDia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento, no mesmo ano em que foi feita a Declaração Universal da Unesco sobre a Diversidade Cultural. Em 2005, a Assembléia Geral da Organização adotou a Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais a que, até ao momento, já aderiram 109 países.
Decorre entre 17 e 27 de Maio o Festival Internacional da Diversidade que, na sede da Unesco, em Paris e com eventos a ser realizados simultaneamente em outros países, se caracteriza por realizações correspondentes ao espírito da diversidade cultural. 

No ano Europeu do Diálogo Intercultural, 2008, o Conselho da Europa fundou uma rede de cidades europeias que acolheram e desenvolveram políticas interculturais conducentes a  uma correta integração dos imigrantes e ao respeito pela diversidade. Em Portugal  está, igualmente, criada a Rede Portuguesa de Cidades Interculturais que é um projecto do Conselho da Europa e da União Europeia.


|via Blogue do PNL|

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação




















Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação, 17 de maio, celebra, desde 1865, a criação da União Internacional das Telecomunicações (UIT) em Paris.

Este ano, o dia é subordinado ao tema As Tecnologias de Informação e Comunicação e a Segurança Rodoviária (ICTs and improving road safety).

As comemorações na Fundação Portuguesa das Comunicações têm início às 14h00 com o Debate promovido com a APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação. A sessão institucional, com início às 18h00 inclui o lançamento das comemorações dos 10 Anos da Casa do Futuro, o upgrade da exposição Futuro Infinito e a inauguração da exposição Obras da Coleção de Arte Contemporânea da Portugal Telecom.


Ler mais  aqui.

|via Rede  Bibliotecas Escolares|