Mostrar mensagens com a etiqueta Literatura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Literatura. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 28 de maio de 2013

Mia Couto, Prémio Camões 2013



Foto do jornal Público

O vencedor do prémio literário mais importante da criação literária da língua portuguesa é o escritor moçambicano autor de livros como Raiz de OrvalhoTerra Sonâmbula A Confissão da Leoa . É o segundo autor de Moçambique a ser distinguido, depois de José Craveirinha em 1991.
O júri justificou a distinção de Mia Couto tendo em conta a “vasta obra ficcional caracterizada pela inovação estilística e a profunda humanidade”, segundo disse à agência Lusa José Carlos Vasconcelos, um dos jurados.
A obra de Mia Couto, “inicialmente, foi muito valorizada pela criação e inovação verbal, mas tem tido uma cada vez maior solidez na estrutura narrativa e capacidade de transportar para a escrita a oralidade”, acrescentou Vasconcelos. Além disso, conseguiu “passar do local para o global”, numa produção que já conta 30 livros, que tem extravasado as suas fronteiras nacionais e tem “tido um grande reconhecimento da crítica”. Os seus livros estão, de resto, traduzidos em duas dezenas de línguas. |...|
Ler mais aqui.

domingo, 7 de abril de 2013

Almada Negreiros nasceu há 120 anos


Foi  há 120 anos, em São Tomé, na Roça da Saudade, que nasceu José de Almada Negreiros, filho de um tenente de cavalaria de Aljustrel e uma mestiça com fortuna.
Ver aqui, um vídeo da sua participação no programa Zip Zip, em 1969, e aqui o vídeo onde ele fala de Fernando Pessoa, seu amigo.
Revista, do jornal Expresso de 6 de abril de 2013, (fonte da imagem) traz um longo artigo sobre o multifacetado artista e o seu espólio que foi revisto, inventariado e analisado: "Descobriram-se cartas, obras perdidas, originais e desenhos inéditos, textos e cenários de uma peça de teatro."

|via blogue Fora de Estante|

Vários jornais têm destacado o artista e o conjunto de iniciativas (comemorações dos 120 anos do seu nascimento) que terá lugar ao longo do ano - Diário de Notícias, ExpressoPúblico.


|via Rede de Bibliotecas Escolares|

sexta-feira, 13 de julho de 2012

"Dicionário de personagens da obra de José Saramago" é apresentado em Lisboa

O Dicionário de personagens da obra de José Saramago, de Salma Ferraz, é apresentado no próximo dia 23 (julho), no auditório da Casa dos Bicos, em Lisboa, anunciou a Fundação José Saramago. No comunicado enviado, a Fundação afirma que o dicionário foi “elaborado ao longo de 15 anos” pela investigadora brasileira, e conta com a contribuição de 15 colaboradores e 68 investigadores. Ler mais aqui. |Via blogue RBE|

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

PRÉMIO D: DINIS ATRIBUÍDO A MARIA TERESA HORTA

Instituído em 1980 pela Fundação Casa de Mateus, em Vila Real, o galardão é atribuído a uma obra literária - de poesia, ensaio ou ficção - publicada no ano anterior ao da atribuição do prémio.
O júri desta edição foi composto pelos escritores Vasco Graça Moura, Nuno Júdice e Fernando Pinto do Amaral.

“As Luzes de Leonor”, obra lançada em 2011 pela D. Quixote, é um romance sobre a vida da marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal de Lorena e Lencastre (1750-1839), neta dos marqueses de Távora, uma mulher que se destacou na história literária e política de Portugal num período denominado por “século das luzes”.

Para o secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, o romance premiado, “As Luzes de Leonor”, é “uma obra muito especial”. "É um romance onde história e literatura se cruzam de uma forma hábil, comovente e poética. Maria Teresa Horta conseguiu-o porque é uma poeta de eleição, cuja sensibilidade lhe permitiu interpretar e desenhar a biografia de uma personagem tão importante como a marquesa de Alorna”, destacou Viegas à Lusa.

A autora recordou que o livro, editado pela D. Quixote, demorou 13 anos a escrever, implicando “muita pesquisa e muita paixão”.

Ideia partilhada pelo secretário de Estado da Cultura: “Durante anos a autora trabalhou em redor da vida de uma figura tão singular como a marquesa de Alorna, decisiva para compreendermos a transição do século XVIII para o século XIX, o papel da mulher e nesse período tão importante para a consciência europeia e para a cultura portuguesa”.

Para o responsável pela área da cultura no Governo e também escritor, a atribuição do Prémio D. Dinis a “As Luzes de Leonor” é “uma boa notícia que festeja um bom romance, uma autora e um género literário que, felizmente, não corre o risco de desaparecer”.

Maria Teresa Horta seguiu a biografia de Leonor de Lorena, sua avó em quinto grau, autora de uma vasta obra poética, parte dela ainda publicada em vida.

Nascida em 1937, em Lisboa, Maria Teresa Horta estudou na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi jornalista e activista do Movimento Feminista de Portugal juntamente com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, com quem escreveu o livro “Novas Cartas Portuguesas”.

“Amor Habitado” (1963), “Ana” (1974) e “O Destino” (1997) contam-se entre mais de duas dezenas de obras publicadas.

Em 2010, o Prémio D. Dinis tinha sido atribuído a João Barrento pelo livro “O Género Intranquilo. Anatomia do Ensaio e do Fragmento”.

Desde a criação do galardão, foram distinguidos, entre outros, os escritores Agustina Bessa Luís, Manuel Alegre, Sophia de Mello Breyner Andresen e os historiadores Nuno Gonçalo Monteiro e Rui Ramos.

A Fundação Casa de Mateus foi instituída em 1970 com o objectivo de conservar e divulgar o seu património e arquivo e desenvolver actividades culturais, científicas e pedagógicas nas quais se inserem a atribuição do Prémio D. Dinis.
http://www.publico.pt/Cultura/maria-teresa-horta-vence-premio-d-dinis-2011-1527559

terça-feira, 23 de novembro de 2010

GONÇALO M. TAVARES vence Prémio do Melhor Livro Estrangeiro 2010 em França


O escritor Gonçalo M. Tavares é o vencedor do Prémio do Melhor Livro Estrangeiro publicado em França em 2010, com o romance “Aprender a Rezar na Era da Técnica”.

Publicado em Portugal pela Caminho em 2007, o quarto romance da série “O Reino” (depois de “Um Homem: Klaus Klump”, “A Máquina de Joseph Walser” e “Jerusalém”), chegou este ano às livrarias francesas com o título “Apprendre à Prier à l’’re de la Technique”, numa tradução de Dominique Nédellec, e foi também finalista de outros dois prestigiados prémios literários franceses: Femina e Médicis.

Criado em 1948 por Robert Carlier e pelo seu amigo André Bay, em torno de um grupo informal de editores, o Prix du Meilleur Livre Étranger foi um dos primeiros prémios a debruçar-se sobre os livros traduzidos em França e é encarado como uma espécie de “antecâmara do Nobel”.

Saiba mais em http://www.publico.pt/Cultura

terça-feira, 27 de outubro de 2009

A LITERATURA TAMBÉM SE OUVE

Uma maneira diferente de abordar Os Lusíadas, de Camões: http://librivox.org/os-lusiadas-by-luis-vaz-de-camoes/. Este site disponibiliza alguns podcasts nos quais podemos ouvir o poema. Outras obras também podem ser escutadas, como A Divina Comédia, de Dante, Romeu e Julieta, de Shakespeare, ou a Bíblia, entre outros. Em 13 idiomas, entre os quais o português com sotaque brasileiro.