quinta-feira, 4 de abril de 2013

Cartazes da Semana da Leitura

As bibliotecas escolares de todo o país construíram vários cartazes para comemorar a Semana da Leitura, alguns deles verdadeiras obras de arte.
Deixamos este pequeno filme realizado pelo professor bibliotecário do Agrupamento de Escolas nº 1 de Santa Maria Beja, Luís Contente, com alguns dos trabalhos produzidos para o efeito. 
O cartaz do Agrupamento de Escolas de Arouca aparece em segundo lugar.



|via http://letraseliteracias.blogspot.pt/|

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Concurso de Poesia / Conto Contra o Racismo



 Assinalando o Dia Internacional de Luta pela Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial (instituído pelas Nações Unidas) e aliando esta data ao Dia Mundial da Poesia, o ACIDI - Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, através da CICDR - Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial, decidiu instituir a realização de um Concurso de Poesia / Conto Contra o Racismo, com o objetivo de promover a poesia / conto enquanto veículos de combate ao racismo.
O concurso nacional tem por finalidade eleger poemas e/ou contos que promovam a interculturalidade e o combate ao racismo, com vista à edição em livro a publicar pelo ACIDI, I.P.
O envio das participações deverá ser efectuado, até 17 de maio 2013, preferencialmente para o endereço electrónico: poesia@acidi.gov.pt ou para a morada: Rua dos Anjos, 66-4º, 1150-039 Lisboa.
A atribuição dos prémios, cujos valores variam entre 100,00 e 500,00 euros, terá lugar, no dia 24 de junho 2013.

Para mais informações, consulte www.cicdr.pt

terça-feira, 2 de abril de 2013

Ilse Losa em selo


ilselosaseloIlse Losa em selos dos Correios de Portugal.
Para além da escritora,outras personalidade serão também homenageadas, nesta iniciativa. De acordo com a notícia publicada no Correio da Manhã, trata-se de «uma emissão filatélica da temática Vultos da História e da Cultura, com data prevista de lançamento pelos Correios de Portugal para 15 de abril

2 de abril - Dia Internacional do Livro Infantil

Cartaz da autoria de Maria João Worm
Cartaz IBBY 2012
Ano: 2013
País: EUA
Tema: A alegria dos livros à volta do mundo
Design Cartaz: Ashley Bryan
Mensagem: Pat Mora
























O Dia Internacional do Livro Infantil – 2 de Abril – é indissociável da memória do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, que nasceu precisamente nesta data, corria o ano de 1805. Contos como «O patinho feio», «O fato novo do rei», «O valente soldadinho de chumbo», «A Ondina», «A rapariguinha dos fósforos» e muitos outros são lidos actualmente por crianças em todo o mundo, contribuindo para o diálogo entre culturas e para uma comunhão humana em torno da leitura (tão necessária em tempos de crise). E embora a data nem sempre seja propícia a grandes manifestações em torno do livro – já que coincide, frequentemente, com períodos de férias escolares – constitui, pelo menos, um momento privilegiado de reflexão sobre dois temas: por um lado, o valor e a importância da leitura e, por outro, a relevante função social, lúdico-estética e educativa dos livros infantis e juvenis de qualidade – insubstituíveis se queremos ter como horizonte uma sociedade de leitores.
(...)
Em 1999, o escritor e ilustrador espanhol Miguel Angel Fernández-Pacheco propunha-nos uma mensagem que pode funcionar como indicador do espírito que deveria prevalecer neste dia. Lembremos esse texto:
«Já sei que és muito velho, que tens milhares de anos. Sei que o teu coração anda por toda a parte, milhões de vezes repartido por centenas de milhar de bibliotecas. Sei que te proibiram muitas vezes e te queimaram outras tantas. Porém quero-te como se tivesses nascido ontem, como se foras só meu, e como se a tua salvação dependesse de mim.
E como havia de te não querer se já vivi tanto à tua luz e à tua sombra, se já sonhei tantas vezes contigo entre as mãos, se, graças a ti, escapei à dor e pude enfrentar a injustiça, se acabaste por te converter na minha memória inteira, e, melhor ainda, na memória inteira da minha espécie?
Por isso sinto que te amei desde menino e te amarei sempre. Por isso posso gritar que és a melhor ferramenta da minha liberdade e da liberdade de todos.
Reconheço que devo parecer exaltado, admito até que as pessoas sorriam ao ouvir estas coisas, mas nós, os namorados, somos assim. Na verdade não me envergonho, sinto-me, sim, orgulhoso dessas noites em claro passadas a teu lado... Dessa vibração emocionada, cada vez que te descubro... Da pena de te perder e da alegria de te reencontrar, e até da ansiedade que me consome se não te tenho à mão.
Confesso que me cega a paixão se digo que, de tudo o que os homens fizeram, és tu o melhor e o maior, meu livro, meu amor...» (Mensagem do Dia Internacional do Livro Infantil, IBBY, 1999)
Esta espécie de declaração de amor ao livro (que não poderá ser lida como mais um discurso piedoso como tantos outros) deve ser encarada também como homenagem aos criadores e ao seu talento. Falemos então desse dom de criar mundos possíveis, de nos fazer viajar no tempo e no espaço e de vibrar com as mais inacreditáveis aventuras, de proporcionar emoções contraditórias e de consolidar em nós a noção de alteridade. Falemos ainda da curiosidade em relação a outras culturas e da abertura de horizontes que o livro proporciona – desígnios fundamentais nos tempos que correm, em que a intolerância étnica e cultural e a guerra (a real e a económico-financeira e social) estão na ordem do dia. Tudo, enfim, graças a esse «sabor dos sabores» que é a palavra (a expressão é de Luísa Dacosta).
No passado, alguns autores produziram livros capazes de sobreviver ao desgaste do tempo – e não apenas por terem sido eventualmente escritos para um público infantil. As narrativas, textos dramáticos, poemas ou álbuns de Perrault, Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, Jacob e Wilhelm Grimm, Collodi, Lewis Carroll, Edward Lear, Mark Twain, Stevenson, Jules Verne, Salgari, Beatrix Potter, James M. Barrie, L. Frank Baum, Dr Seuss, Edith Nesbit, Kenneth Grahame, A. A. Milne, Erich Kästner, Michael Ende, Geoffrey Trease, Roald Dahl, Scott O’Dell, Virginia Hamilton, Margaret Mahy, Monteiro Lobato, Cecília Meireles, Clarice Lispector, Vinicius de Moraes, Gloria Fuertes, María Elena Walsh, Jean de Brunhoff, Shel Silverstein, Leo Lionni, Max Velthuijs, Maurice Sendak, Mario Ramos, mas também de Ana de Castro Osório, Afonso Lopes Vieira, Aquilino Ribeiro, Jaime Cortesão, António Sérgio, Maria Lamas, Pessoa (leiam-se os seus versos para crianças), Carlos Amaro, José Gomes Ferreira, Henrique Galvão, Olavo d’Eça Leal, Fernanda de Castro, Adolfo Simões Müller, Ricardo Alberty, Redol, Ilse Losa, Sidónio Muralha, Alice Gomes, Sophia de Mello Breyner Andresen, Eugénio de Andrade, Papiniano Carlos, Matilde Rosa Araújo, Leonel Neves, Carlos Pinhão, Mário Castrim, Couto Viana, Manuel António Pina e tantos outros deixaram na sombra muitas obras de contemporâneos seus, essencialmente dirigidas a adultos, quantas vezes rodeadas de uma aura efémera, mas hoje votadas ao esquecimento.
As leituras para a infância e a juventude dos nossos dias não podem, contudo, limitar-se a estes clássicos. Nem podem ignorar a leitura da ilustração. Igualmente merecedores de tributo, artistas da imagem como Raul Lino, Raquel Roque Gameiro e sua irmã Mamia Roque Gameiro, Sarah Afonso, Augusto Gomes, José de Lemos, Tòssan, Júlio Resende, Maria Keil, Leonor Praça, António Lucena e muitos outros (quantos esqueci?) ilustraram narrativas, poesia ou textos dramáticos de qualidade literária. Tantos e tantos nomes (incluindo os que aqui não recordei, a par de todos os vivos e activos) que, no dia 2 de Abril, merecem ser lembrados, mas cujas obras são em geral esquecidas nos tradicionais compêndios de história literária.
A criatividade e a imaginação destes escritores e destes ilustradores permitirão talvez que, no futuro, muitos dos leitores que ajudaram a formar possam vir a dizer algo de semelhante ao que Marcel Proust escreveu um dia: «Talvez não haja na nossa infância dias que tenhamos vivido tão plenamente como aqueles que pensamos ter deixado passar sem vivê-los, aqueles que passamos na companhia de um livro preferido.»

|Imagens retiradas da Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas|
|via lista RBE (Manuela Ramos)/José António Gomes  (NELA (Núcleo de Estudos Literários e Artísticos da ESE do Porto)|

Ver mensagem deste ano.

Ebook gratuito: “Pérolas e Diamantes – Contos Infantis ilustrados”


perolasediamantes
No dia em que se comemora o Dia Internacional do Livro Infantil,  um clássico da literatura infanto-juvenil, Pérolas e Diamantes, uma coletânea de contos dos irmãos Grimm, selecionados e traduzidos por Henrique Marques Junior.
A presente edição resulta de uma adaptação da edição de 1908 (publicada pela Empreza da História de Portugal Sociedade Editora), disponibilizada pelo projeto Gutenberg. Foi feita a adaptação ortográfica e sintática.
O ebook é disponibilizado em pdf (58 páginas, 1,2 MB) e epub (1 MB).
|via lista RBE/Carlos Pinheiro|

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Newsletter 15 BiblioESA_2012_2013

Eric Fromm (1900-1980)


"A principal tarefa na vida de um homem é a de dar nascimento a si próprio."

Eric Fromm é uma referência fundamental para analisar a sociedade contemporânea e um dos grandes intelectuais do século 20. Ele também foi um dos principais responsáveis pela renovação da psicanálise, promovendo a perceção da necessidade de incluir as relações sociais e a cultura na busca de compreensão dos fenómenos psíquicos, o que era uma necessidade teórica e, apesar de seus exageros neste sentido, foi um antídoto para os exageros que iam no sentido contrário e abriu novas perspetivas para a psicanálise. Link

Sabia que nem sempre a sociedade foi patriarcal?

Na sua obra, A Linguagem Esquecida, Fromm afirma que o mito de Édipo deve ser entendido não como um símbolo do laço incestuoso entre mãe e filho, mas como a rebelião do filho contra a autoridade do pai na família patriarcal, e que a instauração de uma sociedade mais humana será possível, quem sabe, voltando a uma sociedade matriarcal, como já o foi em outras eras.

E-books

Coleção de e-books do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa

Educação

Não estamos sozinhos, a crise na educação é geral

E intemporal. Já Sócrates referia:

"Nossos adolescentes atuais parecem amar o luxo. Têm maus modos e desprezam a autoridade. São desrespeitosos com os adultos e passam o tempo vagando nas praças. São propensos a ofender seus pais, monopolizam a conversa quando estão em companhia de outras pessoas mais velhas; comem com voracidade e tiranizam seus mestres."

Pintura

Mais de 5000 pintores e 100000 pinturas

Música .:. Seleção

Caetano Veloso - Você é linda

Gabriel o Pensador - Surfista Solitário (com Jorge Ben Jor)

Tommy Emanuel Guitar Boogie Live

Interessantes

As pessoas são fantásticas

Grupo deixa plateia e júri a chorar em programa de talentos, com jogo de sombras!

quarta-feira, 27 de março de 2013